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    Uso do propolis verde

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    Monteiro Junior
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    Data de inscrição : 28/11/2013

    Uso do propolis verde

    Mensagem por Monteiro Junior em Seg Mar 31 2014, 15:35

    Bem este artigo pode ser de grande valia para nós criadores, boa leitura!

    Lembrem se de usar produtos de qualidade e confiáveis como da apis flora, outra coisa observem a validade e use o aquoso e certifique se de não conter álcool, adaptei a dose de 6 gotas para cada 100ml no bebedouro.


    Revista UCRP 2006

     
               Antibiótico natural isento de efeitos colaterais.
               No número de março de 2002 de Itália Ornitológica no artigo “Os fármacos como preventivos”, tínhamos feito alusão a algumas afirmações de médicos pesquisadores, nacionais e internacionais, sobre os efeitos colaterais dos fármacos. Enfatizava-se o conceito segundo o qual antes de se empregar um fármaco é necessário avaliar, caso por caso, se săo maiores os riscos que se correm ou os benefícios desejados.
    Todos os Fármacos Apresentam Efeitos Colaterais?
               Da Fitoterapia (medicina natural) aprendemos que existe na natureza uma resina que reveste os frutos de algumas plantas como o pinheiro, o salgueiro, o olmo, a cerejeira e tantas outras que as abelhas recolhem e elaboram com as enzimas de suas secreções a assim chamada Própolis, um antibiótico natural com múltiplas funções. As propriedades terapêuticas da própolis foram descobertas em tempos remotos e foram os egípcios quem utilizaram esta substância para os cuidados do aparelho respiratório, para os estados gripais para as infecções da pele, para a cicatrização das feridas, e para outras afecções de natureza variada. Num primeiro momento, os efeitos benéficos foram empiricamente demonstrados, até que, recentemente, alguns pesquisadores no campo da Fitoterapia, entre eles o francês Pierre Lavic (1960) descobriu neste antigo fármaco os seus numerosos componentes (veja a composição) que detalhadamente confirmaram suas propriedades terapêuticas descobertas há cerca de 40.000 anos.
               Composição química da própolis:
               50 % resinas e bálsamos: ácidos urânicos, ácidos aromáticos, etc.
               30 % gorduras e vitaminas: ácidos graxos, óleos essenciais, vitaminas do grupo B, vitamina C, vitamina E;
               10 % de polifenóis: flavonóides (Galangina);
               5 % pólen;
               5 % sais minerais: cálcio, cobre, ferro, bário, crômio, etc.
               Parece que săo os ácidos orgânicos e os polifenóis, contidos na própolis, que desenvolvem, principalmente, uma dupla açăo antibacteriana – bacteriostática e bactericida – significando que, respectivamente, tanto impede a multiplicação das bactérias como as mata.
               Outras propriedades da própolis
               A própolis, além da propriedade antibacteriana, tem uma outra propriedade que para nós criadores é de extrema importância. É um antimicótico. Agem sobretudo, contra a Cândida e Micrósporo, graças a presença dos polifenóis que bloqueiam o crescimento dos fungos. E são as próprias abelhas que, segundo um instinto natural, reconhecem na própolis esta função e a utilizam para revestir as paredes onde a abelha-rainha pőe os seus ovos, como defesa dos ataques de fungos e bactérias. Desenvolve uma ação imuno-estimulante. Esta  ação faz crescer a resistência do organismo graças ao efeito dos flavonóides (galangina) e da vitamina C que estimulam a síntese dos anticorpos e potencializam o sistema imunológico contra os agentes patogênicos. Segundo as afirmações de renomados fitoterapeutas, a própolis não tem efeitos colaterais e pode ser utilizada também por longos períodos e em doses mais elevadas.
               A própolis usadas nas nossas criações
               Devido as suas múltiplas ações e por ser um antibiótico natural de amplo espectro, a própolis pode ser usada na ornitologia, sobretudo, para a prevenção daquelas formas bactérias intestinais que no período de incubação prejudicam os filhotes até o nascimento. Pode ser usada, também, nas doenças das vias respiratórias, nas dermatites das patas que freqüentemente provocam inflamação e rubor devidos, principalmente, aos erros alimentares, picadas de insetos e falta de higiene.
               Onde encontrar a própolis
               Para as nossas necessidades podemos utilizar a própolis que aparece no comércio na forma de solução (gotas), encontrada em farmácias (naquelas onde se encontram produtos fitoterápicos) ou em lojas que vendem ervas e produtos naturais e sem álcool.
               Uma recomendação: procurar um produto confiável, entre os numerosos encontrados no comércio, preparados por empresas consolidadas e de comprovada experiência científica.
               Modo de usar (posologia)
               Posologia (experimental) para as doenças intestinais e respiratórias:
               20 gotas em cada litro de água de beber no período de preparação as incubações por 15 dias consecutivos. A mesma dose durante 7 dias consecutivos após o nascimento dos filhotes;
               30 gotas por litro de água de beber durante um período de 20 dias, no momento em que uma infecção for manifestada. É prudente neste caso intervir aos primeiros sintomas. Suspender durante 10 dias e repetir a administração por mais 10 dias;
               para as demais doenças cutâneas, algumas gotas duas vezes ao dia sobre as áreas afetadas.
               Conclusões

               A própolis pode ser utilizada, também, junto com outros antibióticos sintéticos. Para os amigos criadores que, segundo uma convicção própria, não pretendem renunciar aos antibióticos tradicionais, mencionamos, em resumo, tudo quanto tem sido relatado pelos estudiosos qualificados no campo da fitoterapia, isto é: a ingestão da própolis pode ser feita também simultaneamente ao antibiótico alopático. Terminada a utilização deste, é conveniente prosseguir 10 dias com a própolis. Esta precaução tem o objetivo de minimizar a queda das defesas imunológicas provocadas pelo antibiótico sintético, redução esta que origina a  reincidência da doença.
     
    Artigo extraído e adaptado da revista Itália Ornitológica,
    Ano XXIX, nş 1, janeiro 2003.
    Texto de Mario di Natale
    Tradução: Rafael I. Estrada Mejía,
    Rogéria Rocha Gonçalves


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